SALÃO D'LECY

SALÃO D'LECY
TRATAMENTO DE BELEZA & ESTÉTICA

GLICÍDIOS = CARBOIDRATOS


CARBOIDRATO

                Principalmente sob a forma de grãos de cereais e raízes, os glicídios, também conhecidos como carboidratos ou hidratos de carbono, são a principal fonte de energia, a mais barata e mais facilmente degerível.
                De acordo com sua estrutura, os glicídios são classificados numa série de grupos, dos quais três – os monossacarídeos, os dissacarídeos e os polissacarídeos – têm fundamental importância na nutrição.
                O monossacarídeos são os açucares mais simples. Fazem parte desse grupo a glicose, a galactose e a frutose.
                Os dissacarídeos são açúcares mais complexos. Formam-se através da composição de dois monossacarídeos. São eles:
  • Sacarose – é o açucar da cana-de-açucar, tão utilizado pelo homem na sua alimentação. É formado de glicose e frutose;
  • Lactose – é o açucar do leite, formado por glicose e galactose;
  • Maltose – provém da digestão do amido e é formado por duas moléculas de glicose.

Os polissacarídeos são composto maiores. Os mais importantes para o ser humano são:
  • Amido – é a forma como os glidídios são armazenados nos vegetais. Ele é encontrado, principalmente, nos cereais (arroz, milho, trigo, cevada, aveia e centeio) e nas raízes;
  • Glicogênio – é a forma como os glicídios são armazenados nos animais, inclusive no homem. Os estoques de glicogênio encontram-se no fígado e nos músculos;
  • Celulose – é a forma de polissacarídeo armazenada nos vegetais, mas que não é digerida pelo homem, porque o organismo humano não possui as enzimas – substâncias que digerem os alimentos – necessárias para isso. Assim, a celulose vai ajudar na formação das fezes, aumentando seu volume.

Alimentos de origem vegetal são ricas fontes de glicídios:
  • Cereais, leguminosas e derivados – arroz, feijão, lentilha, grão-de-bico, ervilha, milho, trigo, aveia, centeio, farinhas, massas, pães, biscoitos;
  • Tubérculos, raízes e derivados – batata-inglesa, batata-doce, mandioca, inhame, cará, araruta, tapioca;
  • Hortaliças – verduras e legumes;
  • Frutas, cana-de-açucar, mel e produtos derivados, como doces e frutas secas.

Alguns alimentos de origem animal, como leite e alguns de seus derivados (o iorgute e a coalhada), também são fontes de glicídios.
Os glicídios contidos nos alimentos só podem ser aproveitados pelo organismo na sua forma mais simples – os monossacarídeos. Assim, é preciso que as outras formas de glicídios ingeridas sejam digeridas para serem utilizadas.
A digestão dos glicídios começa na boca, pela ação de uma enzima contida na saliva – a ptialina (além da importância da mastigação, essa é a outra razão para não engolirmos os alimentos rapidamente). É interrompida no estômago e concluída no intestino, onde a glicose, a frutose e a galactose serão absorvidas, passando para corrente sanguínea, que as leva até três destinos.
Uma parte chega diretamente aos tecidos para ser utilizada como fonte de energia, favorecendo o trabalho muscular, o cresciemtno, a manutenção da temperatura e tecidos corporais.
Uma outra parte é transformada em glicogênio e assim, armazenada no fígado e nos músculos.
O terceiro destino é o tecido adiposo (gordura corporal), onde ficam guardados os glicídios ingeridos em excesso, após terem sido convertidos em gordura.
A deficiência de glicídios na alimentação pode provocar tonturas, dores de cabeça e magreza. Por isso, eles são imprescidíveis na alimentação de todos os indivíduos e principalmente das pessoas que gastam muita energia, como crianças, os jovens, os trabalhadores braçais, atletas e outros. Mas, tudo com moderação ou seja ingerir os glicídios conforme a necessidade fisiológia. Se você gasta muita energia física consequentemente deverá se alimentar na mesma proporção de calorias total diária. Caso seja ao contrário, você engordará, pois a converção dos glicídios ficarão armazenados por eventual necessidade fisiológica.  
É necessário para pessoas que não tenham bons hábitos alimentares procurarem por profissionais qualificados que possam contribuir no processo de emagrecimento sem torturas, regimes malucos... e sim, emagrecer com saúde, (tranquilidade emocional) controle interpessoal e social, alimentando-se muito bem.
Sou Jane Aquino, trabalho com Massoterapia Estética Eletrônica e Manual desde 1994. Em Olinda desde 1999 no mesmo endereço. Nosso atendimento é apenas por hora marcada.
Lembro sempre de agradecer à tudo e à todos.
        Abraço Jane Aquino -  Salão D'Lecy.

A IMPORTÂNCIA DOS ALIMENTOS


A importância dos alimentos
A importância da nutrição para a preservação da saúde tornou-se um fato indiscutível. Podemos afirmar que nada influencia tanto a saúde física de uma pessoa quanto os tipos e a quantidade de alimentos ingeridos. Lembramos, que já ouvimos algumas vezes a expressão  "você é o que come" e, na verdade, o corpo é o produto de sua nutrição.
 Hoje, sabemos que a alimentação balanceada é a responsável por prover o organismo das substâncias nutritivas - os nutrientes - essenciais ao crescimento, à reparação dos tecidos e a produção de energia.
Assim, é fundamental que as tomadas de decisão referentes a esse importante aspecto da saúde sejam convenientemente guiadas.
A grande maioria dos indivíduos escolhe os alimentos que ingere não apenas pelo seu valor nutritivo, mas também por vários outros motivos.
Alguns dos vários motivos podem ser de fator; emocional; hábitos socias; condições orgânicas; fator econômico; educacional; psicológico e outros.
Os hábitos alimentares se formam a partir do momento em que o bebê começa a receber os alimentos que a mãe lhe oferece. Nessa fase, a influência da família é primordial, porque de certa forma, ela impõe seus hábitos ao bebê. A medida que a criança cresce, seu círculo social se amplia e novos hábitos vão-se incorporando àos já existentes. Assim, começa acontecer a influência da escola, dos amigos, da propaganda, que tanto podem incorporar aos hábitos já existentes elementos saudáveis, como inúmeros outros prejudiciais à saúde. De qualquer forma, é inegável a influência que a sociedade exerce sobre o consumo de alimentos.
Outro fator de extrema importância é o emocional. Sem dúvida, a quantidade e a qualidade dos alimentos que um indivíduo ingere podem ser determinadas por suas emoções.
Diga não à obesidade!
Jane Aquino.